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Perito de trânsito na saúde pública
Escrito por Eloah Margoni
Dom, 08 de Agosto de 2010 11:14
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O médico perito examinador de trânsito é aquele que faz a avaliação de saúde do candidato à inscrição para obtenção de Carteira Nacional de Habilitação (CNH), à renovação da mesma ou à mudança e adição de categorias. É o profissional que executa o inadequadamente conhecido como “exame de vista”. Esta denominação é errada, pois se trata na verdade de exame médico. Geralmente rápido, mas nem sempre, e com enfoque no ato de dirigir (considerando-se as premissas da lei), mas assim mesmo uma grande oportunidade para a saúde pública. Veja-se que o exame pericial de trânsito é uma das poucas situações em que a ida ao médico é compulsória! Então, temos ali, se quisermos e soubermos aproveitá-la, a chance de contribuir enormemente para com a comunidade. Trata-se de área bonita de trabalho! Basta ter olhar abrangente e intenção de prevenir agravos diversos ao indivíduo e à coletividade. Vale a pena, agora, a bem da verdade, colocarmos que: 1) A porcentagem de desastres causados em decorrência de problemas de saúde do condutor, situação que de fato existe claro, ou não haveria porque se proceder a tal avaliação, não é líder das estatísticas. Pessoas com excelente saúde causam e produzem desastres horríveis. Os motivos são conhecidos de todos: uso de álcool e de outras drogas, abuso de velocidade, desrespeito às regras do trânsito, sonolência, para mencionarmos os principais. Esta é área que compete ao policiamento e ao judiciário abarcarem.
Última atualização ( Dom, 08 de Agosto de 2010 21:49 )
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Indústria das multas ou irresponsabilidade no trânsito?
Escrito por Anacleto Basso
Dom, 08 de Agosto de 2010 10:47
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A mídia ocupa-se, freqüentemente, de três problemas relativos ao trânsito: os acidentes com vítimas fatais, os flagrantes de desrespeito à legislação e os veementes protestos de motoristas quanto à "indústria das multas" oriunda da instalação de inúmeros radares em avenidas e estradas. Nunca estarei nesse último grupo, porque fui penalizada menos de dez vezes, em 34 anos de volante, e reconheci sempre que tinha mesmo transgredido alguma norma. Merecia, então, a punição do Estado, pois ela era, sobretudo, uma advertência, tal como as repreensões paternas, de que havia assumido riscos passíveis de danos, talvez irreparáveis, a mim ou a outras pessoas. Em todas as ocasiões, fiquei constrangida e concluí que precisava ser mais cautelosa, principalmente quando estivesse com passageiros, pois suas vidas estariam em minhas mãos. Atualmente, não me preocupo com o correio, diante da remota possibilidade de receber detestáveis avisos do Detran, mas não tenho segurança para dirigir em estrada, ao presenciar procedimentos absurdos cometidos por muitos motoristas, mesmo quando estão transportando seus filhos.
Última atualização ( Dom, 08 de Agosto de 2010 21:07 )
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Estilo de vida
Escrito por New Internationalist, nº 50
Dom, 08 de Agosto de 2010 10:36
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Desafiamos os rumos da industrialização e mostramos que as mudanças necessárias para proteger a saúde individual são mais profundas do que uma modificação no estilo de vida. É comum pensar que o meio mais certo para melhorar a saúde do pobre é um aumento em sua riqueza individual. Mas a busca cega de crescimento econômico pode levar a caminhos estranhos e doentios. Acidentes de trânsito, por exemplo, aumentam o Produto Interno Bruto, pois gastam dinheiro tentando recompor carros e pessoas. Poluir e despoluir também contribuem para nossa economia, mas nem tanto para nosso bem-estar físico.
Atualmente, os gastos crescentes com tecnologia sofisticada, para atender a doença, não representam uma melhoria de saúde. Os métodos fascinantes de cura e "salvamento"— característicos da medicina moderna — estão finalmente sendo vistos de forma mais realista. Começamos a perceber que a melhor maneira de controlar a maioria de nossos problemas de saúde consiste em modificar a situação presente.
Está muito claro que nosso principal problema de saúde é conseqüência da busca indiscriminada do crescimento econômico. Existe um conflito fundamental entre a produção de "riquezas", como é normalmente definida, e a promoção da saúde. Não tem sentido seguir diretrizes sociais e econômicas que ignoram — ou até mesmo aumentam — os riscos da saúde. No entanto, na maioria das sociedades industriais, é exatamente isto que estamos fazendo. Nossa idéia de progresso social, e as muitas diretrizes que adotamos para atingir este progresso, são, na verdade, tentativas de conseguir um aumento indiscriminado na produção e no consumo de bens materiais.
Última atualização ( Dom, 08 de Agosto de 2010 21:30 )
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Troca das velas do carro
Escrito por Tania Ochi
Dom, 08 de Agosto de 2010 10:14
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O papel das velas é produzir faíscas elétricas geradas pelos eletrodos dispostos em suas extremidades. Essas faíscas são as responsáveis pela queima da mistura oxigênio-combustível, que gera a energia necessária para o trabalho do motor e, conseqüentemente, para a movimentação do veículo. Dificuldades na partida, falhas nas acelerações e retomadas, aumento do consumo de combustível e perda de potência podem ser alguns dos sintomas que indicam que é hora de trocar o conjunto de velas de ignição. Vários fatores podem contribuir para o desgaste das velas. Os mais comuns são os combustíveis de procedência duvidosa ou adulterados, que encurtam a vida útil desses componentes e podem provocar, entre outros problemas, superaquecimento das peças e carbonização dos eletrodos. Outros fatores também contribuem para a perda de eficiência das velas, como filtros de ar e combustível sujos ou válvulas injetoras com problemas de funcionamento. Esses problemas podem ocasionar um aumento do consumo de combustível e do nível de emissão de poluentes, além de gerar falhas no sistema de ignição. Consulte o manual do fabricante do veículo ou a tabela de aplicação disponível nos canais de vendas, para verificar qual é a vela de ignição correta para o motor daquele veículo.
Última atualização ( Dom, 08 de Agosto de 2010 21:35 )
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Tipos de óleos para o carro
Escrito por Tania Ochi
Dom, 08 de Agosto de 2010 10:09
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A boa lubrificação é essencial para a longevidade do motor. É fundamental usar óleos de boa qualidade e respeitar os prazos de troca que constam no manual do proprietário. Para escolher o óleo ideal é preciso saber os significados das siglas e dos números relacionados à viscosidade e ao nível de aditivos e também os tipos de óleos disponíveis. Segue abaixo os tipos de óleos: MINERAIS MULTIVISCOSOS: são os mais comuns no mercado. Adequados para motores convencionais de qualquer cilindrada, têm a viscosidade adaptada à temperatura de funcionamento do motor, atingindo os principais pontos de lubrificação com eficiência mesmo no inverno, quando há maior resistência ao escoamento do lubrificante pelas galerias de óleo. Mas, com o tempo, provocam carbonização principalmente no cabeçote e nas sedes de válvula, caso não sejam usados aditivos especiais para evitar o problema. SEMI-SINTÉTICOS: são os de base sintética e mineral, recomendados para motores mais potentes e que atingem um nível de rotação acima da média. Por terem menor quantidade de compostos de carbono mineral, provocam menos carbonização das câmaras de combustão, o que facilita a entrada e saída dos gases de admissão e escape, além de evitar problemas de batida de pino. Outra propriedade desse tipo de óleo é a de formar uma película protetora nas paredes dos cilindros, diminuindo o atrito entre as partes móveis durante a partida. SINTÉTICOS: são os mais caros, usados nos carros das categorias mais importantes do automobilismo mundial pela curva de viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor, e por não provocarem carbonização. Também podem ser usados nos modelos esportivos com alta taxa de compressão ou nos turbinados. Devem ser usados desde os primeiros quilômetros, por causa dos aditivos dispersantes, que desprendem a carbonização (o uso tardio pode entupir as galerias de óleo). O único problema em usá-los em carros convencionais é o desperdício de dinheiro. Os óleos sintéticos não são os mais indicados para os carros 1.0, só porque estes trabalham em regime de alto giro. Para escolha do óleo, o que conta é o nível de potência e a taxa de compressão, e não a faixa de giro do motor. Portanto, carros econômicos pedem óleos também de preço mais acessível, como os minerais.
Última atualização ( Dom, 08 de Agosto de 2010 21:36 )
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